Pesquisar neste blog

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Advérbio

Definição: palavra invariável que modifica essencialmente o verbo, exprimindo uma circunstância.

ADVÉRBIO MODIFICANDO UM VERBO OU ADJETIVO

Ocorre quando o advérbio modifica um verbo ou um adjetivo acrescentando a eles uma circunstância. Por circunstância entende-se qualquer particularidade que determina um fato, ampliando a informação nele contida.
Ex.: Antônio construiu seu arraial popular ali.
Estradas tão ruins.

ADVÉRBIO MODIFICANDO OUTRO ADVÉRBIO

Ocorre quando o advérbio modifica um adjetivo ou outro advérbio, geralmente intensificando o significado.
Ex.: Grande parte da população adulta lê muito mal

ADVÉRBIO MODIFICANDO UMA ORAÇÃO INTEIRA

Ocorre quando o advérbio está modificando o grupo formado por todos os outros elementos da oração, indicando uma circunstância.
Ex.:Lamentavelmente o Brasil ainda tem 19 milhões de analfabetos.

É um conjunto de palavras que pode exercer a função de advérbio.
Ex.: De modo algum irei lá.

TIPOS DE ADVÉRBIOS

DE MODO: Ex.:Sei muito BEM que ninguém deve passar atestado da virtude alheia.
Bem, mal, assim, adrede, melhor, pior, depressa, acinte, debalde,devagar, ás pressas, às claras, às cegas, à toa, à vontade, às escondas, aos poucos, desse jeito, desse modo, dessa maneira, em geral, frente a frente, lado a lado, a pé, de cor, em vão e a maior parte dos que terminam em -mente:calmamente, tristemente, propositadamente, pacientemente, amorosamente, docemente, escandalosamente, bondosamente, generosamente
DE INTENSIDADE: Ex.:Acho que, por hoje, você já ouviu BASTANTE.
Muito, demais, pouco, tão, menos, em excesso, bastante, pouco, mais, menos, demasiado, quanto, quão, tanto, assaz, que(equivale a quão), tudo, nada, todo, quase, de todo, de muito, por completo,bem (quando aplicado a propriedades graduáveis)
DE TEMPO: Ex.: Leia e depois me diga QUANDO pode sair na gazeta.
Hoje, logo, primeiro, ontem, tarde outrora, amanhã, cedo, dantes, depois, ainda, antigamente, antes, doravante, nunca, então, ora, jamais, agora, sempre, já, enfim, afinal, amiúde, breve, constantemente, entrementes, imediatamente, primeiramente, provisoriamente, sucessivamente, às vezes, à tarde, à noite, de manhã, de repente, de vez em quando, de quando em quando, a qualquer momento, de tempos em tempos, em breve, hoje em dia
DE LUGAR: Ex.: A senhora sabe AONDE eu posso encontrar esse pai-de-santo?
Aqui, antes, dentro, ali, adiante, fora, acolá, atrás, além, lá, detrás, aquém, cá, acima, onde, perto, aí, abaixo, aonde, longe, debaixo, algures, defronte, nenhures, adentro, afora, alhures, nenhures, aquém, embaixo, externamente, a distancia, à distancia de, de longe, de perto, em cima, à direita, à esquerda, ao lado, em volta
DE NEGAÇÃO :Ex.: DE MODO ALGUM irei lá
Não, nem, nunca, jamais, de modo algum, de forma nenhuma, tampouco, de jeito nenhum
DE DÚVIDA: Ex.: TALVEZ ela volte hoje
Acaso, porventura, possivelmente, provavelmente, quiçá, talvez, casualmente, por certo, quem sabe
DE AFIRMAÇÃO: Ex.: REALMENTE eles sumiram
Sim, certamente, realmente, decerto, efetivamente, certo, decididamente, realmente, deveras, indubitavelmente
DE EXCLUSÃO:
Apenas, exclusivamente, salvo, senão, somente, simplesmente, só, unicamente
DE INCLUSÃO:
Ex.: Emocionalmente o indivíduo TAMBÉM amadurece durante a adolescência. Ainda, até, mesmo, inclusivamente, também
DE ORDEM:
Depois, primeiramente, ultimamente
DE DESIGNAÇÃO: Eis
DE INTERROGAÇÃO:
Ex.: E então?QUANDO é que embarca?
onde?(lugar), como?(modo), quando?(tempo), porque?(causa), quanto?(preço e intensidade), para que?(finalidade

Palavras Denotativas

Há, na língua portuguesa, uma série de palavras que se assemelham a advérbios. A Nomenclatura Gramatical Brasileira não faz nenhuma classificação especial para essas palavras, por isso elas são chamadas simplesmente de palavras denotativas.
ADIÇÃO: Ex.: Comeu tudo e ainda queria mais
Ainda, além disso
AFASTAMENTO: Ex.: Foi embora daqui.
embora
AFETIVIDADE: Ex.: Ainda bem que passei de ano
Ainda bem, felizmente, infelizmente
APROXIMAÇÃO:
quase, lá por, bem, uns, cerca de, por volta de
DESIGNAÇÃO: Ex.: Eis nosso novo carro
eis
EXCLUSÃO: Ex.: Todos irão, menos ele.
Apenas, salvo, menos, exceto, só, somente, exclusive, sequer, senão,
EXPLICAÇÃO: Ex.: Viajaremos em julho, ou seja, nas férias.
isto é, por exemplo, a saber, ou seja
INCLUSÃO: Ex.: Até ele irá viajar.
Até, inclusive, também, mesmo, ademais
LIMITAÇÃO: Ex.: Apenas um me respondeu.
só, somente, unicamente, apenas
REALCE: Ex.: E você lá sabe essa questão?
é que, cá, lá, não, mas, é porque, só, ainda, sobretudo.
RETIFICAÇÃO: Ex.: Somos três, ou melhor, quatro
aliás, isto é, ou melhor, ou antes
SITUAÇÃO: Ex.: Afinal, quem perguntaria a ele?
então, mas, se, agora, afinal

Grau dos Advérbios

Os advérbios, embora pertençam à categoria das palavras invariáveis, podem apresentar variações com relação ao grau. Além do grau normal, o advérbio pode-se apresentar no grau comparativo e no superlativo.
- GRAU COMPARATIVO: quando a circunstância expressa pelo advérbio aparece em relação de comparação. O advérbio não é flexionado no grau comparativo. Para indicar esse grau utilizam as formas tão…quanto, mais…que, menos…que. Pode ser:
=> comparativo de igualdade:
Ex.; Chegarei tão cedo quanto você.
=>comparativo de superioridade:
Ex.: Chegarei mais cedo que você.
=>comparativo de inferioridade:
Ex.: Chegaremos menos cedo que você.
- GRAU SUPERLATIVO: nesse caso, a circunstancia expressa pelo advérbio aparecerá intensificada. O grau superlativo do advérbio pode ser formado tanto pelo processo sintético (acréscimo de sufixo), como pelo processo analítico (outro advérbio estará indicando o grau superlativo).
=>superlativo (ou absoluto) sintético: formado com o acréscimo de sufixo.
Ex.:Cheguei tardíssimo.
=>superlativo (ou absoluto) analítico: expresso com o auxilio de um advérbio de intensidade.
Ex.:Cheguei muito tarde.
Observações:
=>Quando se empregam dois ou mais advérbios terminados em –mente, pode-se acrescentar o sufixo apenas no ultimo.
Ex.: Nada omitiu de seu pensamento; falou clara, franca e nitidamente.
=>Quando se quer realçar o advérbio, pode-se antecipá-lo.
Ex.: Imediatamente convoquei os alunos.

Artigo e suas Flexões

Artigo é uma palavra que antepomos aos substantivos para determiná-los, indicando, ao mesmo tempo, gênero e número.
Dividem-se os artigos em: definidos: o, a, os, as indefinidos: um, uma, uns, umas.
Os definidos determinam os substantivos de modo preciso, particular:
  • Viajei com o médico.
Os indefinidos determinam os substantivos de modo vago, impreciso, geral:
  • Viajei com um médico




  • http://www.algosobre.com.br/portugues/artigo.html


    Observações Sobre o Emprego do Artigo

    1ª) Ambas as mãos.
    Usa-se o artigo entre o numeral ambas e o substantivo.
    • Ambas as mãos são perfeitas.
    2ª) Estou em Paris / Estou na famosa Paris.
    Não se usa artigo antes dos nomes de cidades, a menos que venham determinados por adjetivos ou locuçõesadjetivas.
    • Vim de Paris
    • Vim dluminosa Paris.
    Mas com alguns nomes de cidades conservamos o artigo.
    • Rio de Janeiro, Cairo, Porto.
    Obs.: Pode ou não ocorrer crase antes dos nomes de cidade, conforme venham ou não precedidos de artigo.
    • Vou a Paris.
    • Vou à Paris dos museus.
    3ª) Toda cidade / toda a cidade.
    Todotoda designam qualquer, cada.
    • Toda cidade pode concorrer (qualquer cidade).
    Todo otoda a designam totalidade, inteireza.
    • Conheci toda a cidade (a cidade inteira).
    No plural, usa-se todos ostodas as, exceto antes de numeral não seguido de substantivo.
    Exemplos: 
    Todas as cidades vieram.
    Todos os cinco clubes disputarão o título.Todos cinco são concorrentes.
    4ª) Tua decisão / a tua decisão.
    De maneira geral, é facultativo o uso do artigo antes dos possessivos.
    • Aplaudimos tua decisão.
    • Aplaudimos a tua decisão.
    Se o possessivo não vier seguido de substantivo explícito é obrigatória a ocorrência do artigo.
    • Aplaudiram a tua decisão e não a minha.
    5ª) Decisões as mais oportunas / as mais oportunas decisões.
    No superlativo relativo, não se usa o artigo antes e depois do substantivo.
    • Tomou decisões as mais oportunas.
    • Tomou as decisões mais oportunas.
    É errado: Tomou as decisões as mais oportunas.
    6ª) Faz uns dez anos.
    O artigo indefinido, posto antes de um numeral, designa quantidade aproximada.
    • Faz uns dez anos que saí de lá.
    7ª) Em um / num.
    Os artigos definidos e indefinidos contraem-se com preposições:
    de + o= do, de + a= da, etc.
    As formas de + um em + um podem-se usar contraídas (dum e num) ou separadas (de um, em um).
    • Estava em uma cidade grande. Estava numa cidade grande.

Carnaval ANTIGO X ATUAL

As diferenças que fazem “a diferença”

O folião tradicional se queixa, por exemplo, das marchinhas que não se renovaram e que foram substituídas por novos ritmos, que, por sinal, mobilizam multidões; recordam-se saudosos da segurança mais tranqüila dos velhos tempos em que os mascarados só causavam medo às crianças; das brincadeiras nos bairros, que não existem mais porque as crianças vivem presas, numa tentativa dos pais de protegê-las.

A violência urbana foi a parte do progresso que mais subtraiu do Carnaval. Afastou a criançada da folia natural com os vizinhos, das improvisações que aconteciam após os primeiros “sustos” dos mascarados, do sair tocando a campainha da vizinhança para ver se eram identificados apesar das máscaras... 

Mas, se muitos bairros perderam seus carnavais, em compensação, a folia se concentrou em determinados locais de cada cidade onde os blocos mais badalados são esperados com bastante aparato e segurança. Outra novidade é que verdadeiras populações de jovens foliões do país migram para as chamadas “capitais da folia”, que arrastam multidões para o carnaval de rua, atraindo também a curiosidade do turista estrangeiro.

A liberdade de costumes que proporcionou tantos deslocamentos e folias também precipitou o aumento das doenças sexualmente transmissíveis que, sem dúvida, crescem nessa época.

O Carnaval se contextualizou, assim como as fantasias. A liberdade e a globalização trouxeram temas mundiais para o cenário carnavalesco, como máscaras ou fantasias de Bin Laden, Lula, Obama e Bush. A criatividade e a improvisação também se tornaram mais comuns e substituíram os antigos e detalhados preparativos com as fantasias. Só mesmo para as crianças pequenas e para quem vai desfilar em Escola de Samba se mantêm esses rituais carnavalescos. 

As Escolas de Samba aumentaram o luxo, a participação de “estranhos” e a valorização de famosos, “bonitos” e sarados nos seus desfiles e muitos reclamam que se tornaram verdadeiras “empresas comerciais”, com venda de ingressos e camarotes. Em compensação os desfiles estão cada vez mais espetaculares, profissionais, engenhosos e organizados.



http://www.igeduca.com.br/artigos/pais-filhos-e-netos/o-carnaval-de-ontem-e-hoje.html

O CARNAVAL DE ONTEM E HOJE

O que mudou?

O Carnaval é uma grande marca da cultura brasileira.Hoje virou mais “marca” do que Carnaval, atraindo turistas, industrializando Escolas de Samba e roubando a pureza e a alegria natural dos velhos tempos.


Para os foliões mais jovens, a festa popular só ganhou tamanho e escala, exigindo mais organização e tecnologia. Mudou no formato, mas não na essência, já que o Carnaval é irreverência e imersão nos sons e nas danças brasileiras que escapam dos salões para ganhar as ruas.
Brincar Carnaval, ontem e hoje, ainda é deixar-se levar pelas cores, pelo ritmo, pela alegria. É vestir-se de forma bizarra, e gaiata; é mascarar-se para surpreender e provocar risos, é dançar e pular no asfalto, acompanhando Blocos, Trios Elétricos, carros de som que dão o tom da animação.
 Mas, para quem prefere assistir a pular o Carnaval, hoje, é muito mais fácil. Nem é preciso se deslocar. A tevê traz as notícias e o desfile das Escolas de Samba para dentro de casa. Pode-se estar veraneando e, ao mesmo tempo, torcendo pela Escola do coração.








Carnaval de hoje... trios elétricos

Carnaval de antigamente... festa de musica nas ruas













http://www.igeduca.com.br/artigos/pais-filhos-e-netos/o-carnaval-de-ontem-e-hoje.html

História do Carnaval

O que é 
O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.

História do Carnaval 
O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem européia.
No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos "corsos". Estes últimos, tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais.
No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.
A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.
Carnaval de Recife - Bonecos Gigantes Bonecos gigantes em Recife

O carnaval de rua manteve suas tradições originais na região Nordeste do Brasil. Em cidades como Recife e Olinda, as pessoas saem as ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu. 
Os desfiles de bonecos gigantes, em Recife, são uma das principais atrações desta cidade durante o carnaval.


Flexões do Adjetivo

FLEXÃO DOS ADJETIVOS
O adjetivo varia em gênero, número e grau.
Os adjetivos concordam com o substantivo a que se referem (masculino e femininino). De forma semelhante aos substantivos, classificam-se em: 
Biformes - têm duas formas, sendo uma para o masculino e outra para o feminino.
Por exemplo: ativo e ativa, mau e má, judeu e judia.

°Se o adjetivo é composto e biforme, ele flexiona no feminino somente o último elemento.
Por exemplo:o moço norte-americano, a moça norte-americana. 
Exceção: surdo-mudo e surda-muda.

Uniformes - têm uma só forma tanto para o masculino como para o feminino.
Por exemplo:homem feliz e mulher feliz.

°Se o adjetivo é composto e uniforme, fica invariável no feminino.

Por exemplo:conflito político-social e desavença político-social.

Número dos Adjetivos

Plural dos adjetivos simples
Os adjetivos simples flexionam-se no plural de acordo com as regras estabelecidas para a flexão numérica dos substantivos simples.
Por exemplo:
mau e maus
feliz e felizes
ruim e ruins
boa e boas
Caso o adjetivo seja uma palavra que também exerça função de substantivo, ficará invariável, ou seja, se a palavra que estiver qualificando um elemento for, originalmente, um substantivo, ela manterá sua forma primitiva. Exemplo: a palavra cinza é originalmente um substantivo, porém, se estiver qualificando um elemento, funcionará como adjetivo. Ficará, então invariável. Logo: camisas cinza, ternos cinza. .
Por exemplo: camisas cinza, ternos cinza.
Veja outros exemplos:
Motos vinho (mas: motos verdes)
Paredes musgo (mas: paredes brancas).




http://www.soportugues.com.br/secoes/morf/morf36.php
Comícios monstro (mas: comícios grandiosos).

Adjetivo


Adjetivo é a palavra que expressa uma qualidade ou característica do ser e se "encaixa" diretamente ao lado de um substantivo.
Ao analisarmos a palavra bondoso, por exemplo, percebemos que além de expressar uma qualidade, ela pode ser "encaixada diretamente" ao lado de um substantivo: homem bondoso, moça bondosa, pessoa bondosa.
Já com a palavra bondade, embora expresse uma qualidade, não acontece o mesmo; não faz sentido dizer: homem bondade, moça bondade, pessoa bondade.
Bondade, portanto, não é adjetivo, mas substantivo.
Morfossintaxe do Adjetivo:
O adjetivo exerce sempre funções sintáticas relativas aos substantivos, atuando como adjunto adnominalou como predicativo (do sujeito ou do objeto).
Classificação do Adjetivo

Explicativo: exprime qualidade própria do ser. Por exemplo: neve fria.
Restritivo: exprime qualidade que não é própria do ser. Por exemplo: fruta madura.

Formação do Adjetivo

Quanto à formação, o adjetivo pode ser:
ADJETIVO SIMPLESFormado por um só radical.Por exemplo: brasileiro, escuro, magro, cômico.
ADJETIVO COMPOSTOFormado por mais de um radical.Por exemplo: luso-brasileiro, castanho-escuro, amarelo-canário.
ADJETIVO PRIMITIVOÉ aquele que dá origem a outros adjetivos.Por exemplo: belo, bom, feliz,  puro.
ADJETIVO DERIVADOÉ aquele que deriva de substantivos ou verbos.Por exemplo: belíssimo, bondoso, magrelo.


http://www.soportugues.com.br/secoes/morf/morf32.php